A expressão das emoções

Segundo Charles Darwin, a ansiedade, assim como o medo, sempre despertou um grande número de indagações e perguntas ao longo da história da humanidade. Por causa disso, também sempre foi entendida sob uma infinidade de prismas e paradigmas. Atualmente o campo da neurociência se debruçou sobre o tema das emoções, adotando um paradigma calcado na teoria da seleção natural de Charles Darwin (1859).

Em 1872, Charles Darwin publicou um livro impressionante, “A expressão das emoções nos homens e nos animais” (republicado em 1998). Neste livro, que foi o ápice de mais de 34 anos de pesquisas sobre inúmeras espécies animais, Darwin fez duas importantíssimas contribuições ao campo de estudo das emoções. A homologia das expressões emocionais entre os homens e os animais foi a primeira delas. Darwin, através do estudo aprofundado de centenas de figuras de animais, observou uma alta similaridade na forma de exprimir as emoções entre os animais e o homem.

A segunda importante contribuição de Darwin foi a noção das “emoções básicas”. Tais emoções fundamentais, que incluem medo, raiva, surpresa e tristeza acompanham indivíduos de diferentes culturas e sociedades.

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