Flexibilidade cognitiva: quatro maneiras de exercitá-la

Deixe a mente mais resiliente

Os últimos anos reconfiguraram a ordem social. Do mesmo modo, nós fomos impactados.

Enquanto umas pessoas conseguiram se adaptarem, a maioria sofreu no corpo e na mente as mudanças.

O que determina esse potencial de adaptabilidade chama-se para a neurociência flexibilidade cognitiva.

Ela reflete nossa capacidade de adaptarmos nossos processos mentais e nosso comportamento às situações do cotidiano.

Pessoas com essa capacidade desenvolvida podem ajustar estratégias ineficazes rapidamente, reconhecer e evitar preconceitos e até mostrar resiliência diante da adversidade.

Por outro lado, aqueles que não possuem essa habilidade tendem a lutar contra e resistir as mudanças devido ao seu pensamento rígido, o que pode provocar ansiedade e outras síndromes de ordem psicológica.

A proposta então é desenvolver redes neurais, por meio da plasticidade cerebral, capazes de dá suporte às pessoas em situações de estresse.

1 – experimente algo novo

2 – Aplique o contexto

3 – aceite a diversidade em sua volta

4 – Mude as coisas/ objetos

Simplificando, é possível aumentar a flexibilidade cognitiva ao tornar o aprendizado uma prioridade.

Fonte: Adaptado da forbes.com

Vamos treinar?

Osmar Ramos, Psicólogo. CRP 0322237

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