OMS classifica jogos patológicos

Jogos recreativos, educativos, patológico, sociabilidade

O jogo tem vários finalidades: integração, desenvolvimento das capacidades cognitivas, além da descontração. Impulsionados pelo avanço tecnológico, as pessoas têm se envolvido cada vez mais. Entretanto, todo esse envolvimento pode se torna patológico ou revelar alguma patologia.

É importante distinguir que jogar faz parte da natureza do homem e do seu desenvolvimento. Enquanto crianças, o jogo tem função singular no estabelecimento de regras e interação social. Na adolescência, o jogo continua com suas características, mas pode ganhar um outros significados de acordo com a realidade e a personalidade do jovem. Nesse momento, pode ser um recurso de fuga e isolamento, como também de envolvimento em situação ilícitas ou que coloquem a vida em risco, a exemplo do jogo Baleia Azul que levou vários jovem ao suicídio.

A pessoa envolvida em jogos patológicos demonstra vários sinais como:

Nessa perspectiva, os jogos patológicos estão relacionados ao controle de impulsos. Apesar do direcionamento contemporâneo está voltado para os vídeo-games, outros jogos como o de azar também contêm essa característica.

Mesmo que não seja revelador de um transtorno mental específico, os jogos podem ser ambientes que maximizam traços ou tendencias do jogador (positiva ou negativamente). Nesse sentido, deve-se considerar o jogo como um ato social e afetivo de modo que o jogador não o exerça solitariamente. Ou seja, ter alguém para conversar sobre a experiência do jogar pode ser um momento tão significativo quanto o próprio jogar.

Por esse motivo, quando eles são praticados por menores, os responsáveis devem ficar atentos aos sinais que podem denunciar uma possível patologia ou tendência. Portanto, é preciso um comportamento ativo dos pais ou responsáveis.

Referências:

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