O incrível trabalho voluntário dos psicólogos durante a Pandemia de Coronavírus

A cada dia que passa a psicologia se reinventa, adapta-se e evolui, assim está sendo no combate à Covid-19. Nesse perspectiva, o trabalho da psicologia dá prova real no cenário de pandemia que acomete praticamente o mundo inteiro. No Brasil, os(as) psicólogos(as) deram uma resposta quase que imediata, a partir do momento que sugiram demandas de ordem psicológica decorrente principalmente do excesso de notícias ruins e do período de confinamento.

“Conhece-te a ti mesmo”

Sócrates há séculos disse: “Conhece-te a ti mesmo”, mas tempos se passaram e ainda estamos tão perdidos sobre quem nós somos. Há carência de reflexão, há medo do confronto com quem se é realmente e até insegurança, no entanto, não deve ser assim, pois o que somos é o nosso principal tesouro.

Quem você é?

Este é um teste bastante superficial, com uma utilidade rasa de distração, mas que pode fazer com que você procure levantar questões sobre quem você é. Às vezes, as coisas mais bobas da vida, nos despertam para as mais importantes.

“Um verdadeiro amigo é alguém que permite que você tenha total liberdade para ser você mesmo e especialmente para sentir. Ou não sentir. Seja o que for que você estiver sentindo no momento está bom para eles. Isso é o que o verdadeiro amor: deixar uma pessoa ser o que ela realmente é …A maioria das pessoas gostam de você por quem você finge ser…Para manter o amor delas, você continua fingindo – atuando.

Você começa a amar a sua pretensão…

É verdade, nós estamos trancados em uma imagem, um ato – e o triste é que as pessoas ficam tão acostumados à sua imagem que crescem ligadas às suas máscaras. Eles amam as suas correntes. Elas esqueceram tudo sobre quem elas realmente são. E se você tentar lembrá-las, eles te odeiam por isso – elas se sentem como se você estivesse tentando roubar o seu bem mais precioso.” – 

Fonte: http://www.fasdapsicanalise.com.br/teste-que-tipo-de-pessoa-voce-e/#ixzz3x2gwCQ2F

Amor de pai é uma das principais influências na personalidade humana

Branco, negro, gordo, magro, católico, protestante, rico, pobre. Não importa quantos fatores sociais, econômicos, culturais ou religiosos difiram entre as pessoas, nós todos temos algo em comum: viemos ao mundo graças a um pai e uma mãe, e o amor deles por nós faz toda a diferença na nossa vida.

Segundo um novo estudo, ser amado ou rejeitado pelos pais afeta a personalidade e o desenvolvimento de personalidade nas crianças até a fase adulta. Na prática, isso significa que as nossas relações na infância, especialmente com os pais e outras figuras de responsáveis, moldam as características da nossa personalidade.

“Em meio século de pesquisa internacional, nenhum outro tipo de experiência demonstrou um efeito tão forte e consistente sobre a personalidade e o desenvolvimento da personalidade como a experiência da rejeição, especialmente pelos pais na infância”, disse o coautor do estudo, Ronald Rohner, da Universidade de Connecticut (EUA). “Crianças e adultos em todos os lugares tendem a responder exatamente da mesma maneira quando se sentem rejeitados por seus cuidadores e outras figuras de apego”.

E como elas se sentem? Exatamente como se tivessem sido socadas no estômago, só que a todo momento. Isso porque pesquisas nos campos da psicologia e neurociência revelam que as mesmas partes do cérebro que são ativadas quando as pessoas se sentem rejeitadas também são ativadas quando elas sentem dor física. Porém, ao contrário da dor física, a dor psicológica da rejeição pode ser revivida por anos.

O fato dessas lembranças – da dor da rejeição – acompanharem as crianças a vida toda é o que acaba influenciando na personalidade delas. Os pesquisadores revisaram 36 estudos feitos no mundo todo envolvendo mais de 10.000 participantes, e descobriram que as crianças rejeitadas sentem mais ansiedade e insegurança, e são mais propensas a serem hostis e agressivas.

A experiência de ser rejeitado faz com que essas pessoas tenham mais dificuldade em formar relações seguras e de confiança com outros, por exemplo, parceiros íntimos, porque elas têm medo de passar pela mesma situação novamente.

É culpa do pai, ou é culpa da mãe?

Se a criança está indo mal na escola, ou demonstra má educação ou comportamento inaceitável, as pessoas ao redor tendem a achar que “é culpa da mãe”. Ou seja, que a criança não tem uma mãe presente, ou que ela não soube lhe educar.

Porém, o novo estudo sugere que, pelo contrário, a figura do pai na infância pode ser mais importante. Isso porque as crianças geralmente sentem mais a rejeição se ela vier do pai.

Numa sociedade como a atual, embora o nível de igualdade de gênero tenha crescido muito, o papel masculino ainda é supervalorizado e muitas vezes vêm acompanhado de mais prestígio e poder. Por conta disso, pode ser que uma rejeição por parte dessa figura tenha um impacto maior na vida da criança.

Com isso, fica uma lição para os pais: amem seus filhos! Homens geralmente têm maior dificuldade em expressar seus sentimentos, mas o carinho vindo de um pai, ou seja, a aceitação e a valorização vinda da figura paterna, pode significar tudo para um filho, mesmo que nenhum dos dois saiba disso ainda.

E para as mães, fica outro recado: a próxima vez que vocês forem chamadas à escola por causa de algo que o pimpolho aprontou, tenham uma conversa com o maridão. Tudo indica que a culpa é dele! Brincadeiras à parte, problemas de personalidade, pelo visto, podem resolvidos com amor de pai.

[MedicalXpressSkimThat]

Estratégias para trabalhar Período de Atenção Interativa

Todos sabemos que as nossas crianças têm períodos de atenção formidáveis…relativamente naquilo em que já estão muito envolvidas. A nossa função é ajudá-los com o período de atenção INTERATIVA – um dos Quatro Pilares da Socialização do Modelo de Desenvolvimento do The Son-Rise Program.

O período de atenção interativa diz respeito a quanto tempo é que o seu filho consegue permanecer envolvido numa atividade com outra pessoa antes de precisar de se desligar, fazer sozinho o que quer, etc.

Só se pode trabalhar sobre isto quando se tem uma luz verde da criança, o seu filho está a olhar para si, está envolvido consigo, responde-lhe quando chama pelo nome dele/dela ou quando fala com ele/ela, e não está em ismo (em estereotipia).

Aqui ficam três estratégias para trabalhar no período de atenção interativa do seu filho (quando tem uma luz verde):

  1. Inclua bastantes “coisas boas”. Encontre a parte do jogo ou da conversa de que o seu filho gosta e inclua montes disso.

2)      Volte sempre ao jogo ou atividade. Já alguma vez decidiu não tentar envolver o seu filho num jogo ou atividade específico porque ele/ela pareceu ter “perdido o interesse” da última vez? Não faz mal se sim (a maioria de nós já o fez!), mas lembre-se de que é muito benéfico para o seu filho que você persista em continuar a mesma atividade a partir do ponto onde estava da última vez (a não ser que o seu filho desde o princípio nunca se tenha interessado).

3)      Convide o seu filho de volta para o jogo ou atividade… UMA VEZ. Tão importante quanto estar disposto a retomar uma atividade é estar disposto a não insistir nela. Quando estiver no meio de uma atividade com o seu filho e o vir a começar a desligar, convide-o a continuar. Uma vez. (Garanta de que faz isto de forma divertida). Se, depois dessa tentativa, o seu filho não responder, é importante deixar de pedir e criar ligação através do joining (unindo-se), sendo de trato amigável, etc.

Livro: Autism Breakthrough